Tic Tac

Em 36 minutos é possível respirar
em 29 horas é possível se mexer
em 3 dias e 1/2 é possível se soltar
talvez em 4 meses ‘ja possível se curar.

Mas é tanto prazo pra viver, tanta hora pra fazer, tanta data pra olhar, tanto título pra se ter, que se esqueceram de me ensinar a calendar.

Lê com ritmo, fica bem legal…

Euforia Atleticana

Há pouco mais de um ano eu tava aqui falando dos protestos, lembro bem. Mas com o time jogando aquela bola, com o presidente do clube tão imbecil quanto bigodudo, não tinha como ficar numa boa, fosse o centésimo ou o qualquerésimo aniversário do Galo.

E agora a situação merece um novo post (só eu sei o quão chato é escrever aqui), pois preciso profetizar o título. Usando meu bom humor e meu nenfudenismo posso até falar que na 33ª rodada o Galo passa o Palmeiras, perde a liderança na 36ª, volta na 37ª e leva o caneco. Mas isso não é bolão, então vou falar sério.

Campeão Brasileiro? Boto fé.

Campeão Brasileiro? Boto fé.

http://www.galoforte.net/

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“Cabelo” ou “cabê-lo”?

Muitos lusófonos levam essa dúvida até o túmulo, outros abrem o Houaiss, alguns choram semanalmente pro psicanalista. Mas a grande maioria vem ME perguntar como é que é. E ainda mais agora, tempo de Reforma Ortográfica de cu é rola e Copa-Olimpíada no Brasil, recebo e-mails de guinéu-equatorianos, chineses de Macau, são-tomenses e irlandeses. Os últimos só porque são legais comigo sempre.

Como este blog também se dedica à arte da Lingüística, presto aqui uma homenagem ao melhor amigo do mundo.

Que não é você, mas leia. Clicando aqui, óbvio.

Kiss NÃO É coisa do demônio, rapá!

O título é limitado, lamento muito, porque se fosse pra já começar fazendo justiça, incluiria AC/DC, Motörhead, Ozzy e muitos outros ícones do mainstream do Hard Rock e do Heavy Metal. Os do underground não são taxados assim porque o povo não conhece mesmo.

Claro que tem muita coisa por aí se propondo a isso, ou quase, né… Música oferecendo o caminho até a salvação pelo Anjo Caído e promovendo o encontro íntimo com Lúcifer tem, como a do Slayer e do bostinha do Marilyn Manson, mas definitivamente não é o caso dessa galera que simplesmente não vai à missa todo domingo nem se ajoelha na direção de Meca dezesseis vezes ao dia.

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O Calor de uma Perna

Voltava de ônibus pra casa. Numa noite que não era noite. Daquelas de horário de verão, sabe? Oito horas e sol no céu. Peguei o ônibus talvez cheio. Meia-dúzia em pé é cheio? Férias da Engenharia, saí com calma, fugi do rush.

Voltava do trabalho, ou melhor, do estágio. Num cansaço considerável. Daqueles que não te despejam na cama, mas te encostam em qualquer parede. Fiquei sentado o dia todo. Nada de especial aconteceu naquele, fora o inspira-diástole/sístole-expira que me mantém especialmente vivo.

É, eu também gostei da foto.
Veja a imagem em seu contexto original na página: http://www.calerdoses.blogger.com.br/

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