Em Busca da Cura

“Querer sentir a dor não é uma loucura. Fugir da dor é fugir da própria cura.”

Essa é a última estrofe de música dos Titãs, o resto vem logo.

Então cadê? Quero ler.

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O Calor de uma Perna

Voltava de ônibus pra casa. Numa noite que não era noite. Daquelas de horário de verão, sabe? Oito horas e sol no céu. Peguei o ônibus talvez cheio. Meia-dúzia em pé é cheio? Férias da Engenharia, saí com calma, fugi do rush.

Voltava do trabalho, ou melhor, do estágio. Num cansaço considerável. Daqueles que não te despejam na cama, mas te encostam em qualquer parede. Fiquei sentado o dia todo. Nada de especial aconteceu naquele, fora o inspira-diástole/sístole-expira que me mantém especialmente vivo.

É, eu também gostei da foto.
Veja a imagem em seu contexto original na página: http://www.calerdoses.blogger.com.br/

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Viver É Como Andar de Bicicleta

Cada indivíduo deve viver sua vida, assim como cada um deve pedalar e guiar sua bicicleta.

Passear em bicicleta de dois assentos é coisa que não dá pra se fazer por muito tempo. E no final das contas é um só que guia sozinho, com sua mão de ferro no guidão, o de trás só pedala. Isso quando pedala, pois quando não o da frente é feito de otário e faz toda a força sozinho.

E assim é a vida. Consciência; corpo, espírito, mente; personalidade. Vontade. In-di-vi-du-a-li-da-de.

E fim de papo.

Na Padaria

Outro dia fui à padaria aqui na esquina. Lá eu sempre compro pãozinho, bolinho, coalhadinha, pãozinho de queijinho a granel e o bendito queijinho mineirinho também, claro. Dessa vez fui pra tomar café.

Padaria, padará, padeu.
Veja a imagem em seu contexto original na página: www.padariamoderna.com.br

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A Reforma Ortográfica

Essa estupidez idéia vem sendo discutida há muito tempo, com o principal argumento de que dentre as línguas mais faladas no mundo, o Português é a única ainda não unificada. Grande bosta. Qual é o problema disso? Coisa mais bunda, nunca foi necessário escrevermos do mesmo jeito que portugueses, angolanos e companhia. Puta falta do que fazer.

Se por um lado a intenção é aproximar os países, tornando a comunicação menos difusa e confusa com um idioma unificado, por outro haverá sempre barreiras culturais para manter cada português ainda um pouco estranho a lusófonos de nacionalidades diferentes. A língua se expande, se modifica, como qualquer outro aspecto da identidade de uma nação, e já que não há como determinar, limitar ou equalizar a expansão de qualquer cultura, quero viver pra ver daqui a 100 anos outra reforma ortográfica. Bando de bundão, viu…

Breve, novo, gramática, ah... Sei lá, vai tomar no cu...
Veja a imagem em seu contexto original na página: gavetadenuvens.blogspot.com/2005/09/gramtica.html

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O Papel Higiênico

E o papel higiênico, hein… Tão menosprezado… É sempre bem barato, independentemente da marca, sempre sai do saco – plástico, claro – e vai pra onde todo mundo sabe, depois lixo ou esgoto. Deve ser terrível ir pra onde detrito digestivo vai. Quando não é isso é pra onde absorvente usado, escova de dente velha, band-aid e unha cortada vão. E há também destinos inusitados, como teto e paredes de banheiros, geralmente de escolas, gramados de futebol. Hum… Essa deve ser a glória do papel, o status máximo a que pode chegar. Toda aquela atmosfera, aquela gritaria e tchibum! – Lá vai o rolo se desenrolando rumo à relva sagrada. E depois aquelas folhas devem ser limpas pelo pessoal dos estádios, e quem sabe até vão pro lixo comum, pra reciclagem! Ah, é uma porcentagem mínima, nem vale a pena considerar. Papel higiênico só toma, digo, limpa lá mesmo, e pronto.

Papelzinho, papelão, limpa meu rabinho, te guardo no coração.

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