“Cabelo” ou “cabê-lo”?

Muitos lusófonos levam essa dúvida até o túmulo, outros abrem o Houaiss, alguns choram semanalmente pro psicanalista. Mas a grande maioria vem ME perguntar como é que é. E ainda mais agora, tempo de Reforma Ortográfica de cu é rola e Copa-Olimpíada no Brasil, recebo e-mails de guinéu-equatorianos, chineses de Macau, são-tomenses e irlandeses. Os últimos só porque são legais comigo sempre.

Como este blog também se dedica à arte da Lingüística, presto aqui uma homenagem ao melhor amigo do mundo.

Que não é você, mas leia. Clicando aqui, óbvio.

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A Reforma Ortográfica

Essa estupidez idéia vem sendo discutida há muito tempo, com o principal argumento de que dentre as línguas mais faladas no mundo, o Português é a única ainda não unificada. Grande bosta. Qual é o problema disso? Coisa mais bunda, nunca foi necessário escrevermos do mesmo jeito que portugueses, angolanos e companhia. Puta falta do que fazer.

Se por um lado a intenção é aproximar os países, tornando a comunicação menos difusa e confusa com um idioma unificado, por outro haverá sempre barreiras culturais para manter cada português ainda um pouco estranho a lusófonos de nacionalidades diferentes. A língua se expande, se modifica, como qualquer outro aspecto da identidade de uma nação, e já que não há como determinar, limitar ou equalizar a expansão de qualquer cultura, quero viver pra ver daqui a 100 anos outra reforma ortográfica. Bando de bundão, viu…

Breve, novo, gramática, ah... Sei lá, vai tomar no cu...
Veja a imagem em seu contexto original na página: gavetadenuvens.blogspot.com/2005/09/gramtica.html

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