Kiss NÃO É coisa do demônio, rapá!

O título é limitado, lamento muito, porque se fosse pra já começar fazendo justiça, incluiria AC/DC, Motörhead, Ozzy e muitos outros ícones do mainstream do Hard Rock e do Heavy Metal. Os do underground não são taxados assim porque o povo não conhece mesmo.

Claro que tem muita coisa por aí se propondo a isso, ou quase, né… Música oferecendo o caminho até a salvação pelo Anjo Caído e promovendo o encontro íntimo com Lúcifer tem, como a do Slayer e do bostinha do Marilyn Manson, mas definitivamente não é o caso dessa galera que simplesmente não vai à missa todo domingo nem se ajoelha na direção de Meca dezesseis vezes ao dia.

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Viver É Como Andar de Bicicleta

Cada indivíduo deve viver sua vida, assim como cada um deve pedalar e guiar sua bicicleta.

Passear em bicicleta de dois assentos é coisa que não dá pra se fazer por muito tempo. E no final das contas é um só que guia sozinho, com sua mão de ferro no guidão, o de trás só pedala. Isso quando pedala, pois quando não o da frente é feito de otário e faz toda a força sozinho.

E assim é a vida. Consciência; corpo, espírito, mente; personalidade. Vontade. In-di-vi-du-a-li-da-de.

E fim de papo.

Na Padaria

Outro dia fui à padaria aqui na esquina. Lá eu sempre compro pãozinho, bolinho, coalhadinha, pãozinho de queijinho a granel e o bendito queijinho mineirinho também, claro. Dessa vez fui pra tomar café.

Padaria, padará, padeu.
Veja a imagem em seu contexto original na página: www.padariamoderna.com.br

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Sobrevivi

Em época de Pop Rock Brasil (festival de música como outro qualquer, relatos portanto genéricos, para sentirem-se bem adeptos tanto do Axé Brasil, como do Rock in Rio, como do Axé in Lisboa, como do Woodstock) aqui em BH, lanço mão desta pérola sensacional:

“Sem dúvida, meu amigo. Pensei não estar aqui hoje para lhe escrever.

Antes de ler, prometa-me que não vai rir da desgraça do seu amigo. Confio em você. Não ria, por favor. É sério. (…)”

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A Reforma Ortográfica

Essa estupidez idéia vem sendo discutida há muito tempo, com o principal argumento de que dentre as línguas mais faladas no mundo, o Português é a única ainda não unificada. Grande bosta. Qual é o problema disso? Coisa mais bunda, nunca foi necessário escrevermos do mesmo jeito que portugueses, angolanos e companhia. Puta falta do que fazer.

Se por um lado a intenção é aproximar os países, tornando a comunicação menos difusa e confusa com um idioma unificado, por outro haverá sempre barreiras culturais para manter cada português ainda um pouco estranho a lusófonos de nacionalidades diferentes. A língua se expande, se modifica, como qualquer outro aspecto da identidade de uma nação, e já que não há como determinar, limitar ou equalizar a expansão de qualquer cultura, quero viver pra ver daqui a 100 anos outra reforma ortográfica. Bando de bundão, viu…

Breve, novo, gramática, ah... Sei lá, vai tomar no cu...
Veja a imagem em seu contexto original na página: gavetadenuvens.blogspot.com/2005/09/gramtica.html

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O Papel Higiênico

E o papel higiênico, hein… Tão menosprezado… É sempre bem barato, independentemente da marca, sempre sai do saco – plástico, claro – e vai pra onde todo mundo sabe, depois lixo ou esgoto. Deve ser terrível ir pra onde detrito digestivo vai. Quando não é isso é pra onde absorvente usado, escova de dente velha, band-aid e unha cortada vão. E há também destinos inusitados, como teto e paredes de banheiros, geralmente de escolas, gramados de futebol. Hum… Essa deve ser a glória do papel, o status máximo a que pode chegar. Toda aquela atmosfera, aquela gritaria e tchibum! – Lá vai o rolo se desenrolando rumo à relva sagrada. E depois aquelas folhas devem ser limpas pelo pessoal dos estádios, e quem sabe até vão pro lixo comum, pra reciclagem! Ah, é uma porcentagem mínima, nem vale a pena considerar. Papel higiênico só toma, digo, limpa lá mesmo, e pronto.

Papelzinho, papelão, limpa meu rabinho, te guardo no coração.

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